SEMUSB recebe a descentralização da Secretaria de Estado de Saúde para o SAE-CTA, onde ficará responsável pelo tratamento e acompanhamento das hepatites

O primeiro atendimento foi com a entrega da medicação, facilitando para os usuários que precisavam se deslocar para a capital. A prefeitura chama a atenção para o risco da doença, que pode tornar-se crônica dependendo da idade na qual ocorre a infecção e a demora para o tratamento correto. A Hepatite B não tem cura, mas, o tratamento disponibilizado pelo SUS pode reduzir o risco de progressão da doença e suas complicações, especificamente cirrose, câncer hepático e morte.

ASCOM/PMB