SAE/CTA de Bragança realiza às quintas-feiras a coleta de carga viral e CD 4 para os usuários que fazem tratamento no local

Durante o exame, o médico avalia a indicação da evolução da doença e da velocidade de replicação do vírus. Com a contagem de linfócitos CD 4, ele demonstra quando o tratamento deve ser indicado, quanto deve ser pesquisada a resistência aos medicamentos e quando deve ser modificado.
Pessoas vivendo com carga viral indetectável, há no mínimo seis meses de tratamento, já são considerados intransmissíveis.

ASCOM/PMB